No restaurante Ponte de Ferro em Magé, frequentadores escutavam pagodinho e bebiam cervejas enquanto comiam peixes fritos com batatas fritas. O articulista visitava as ruínas da primeira estrada de ferro do Brasil, caminhando em direção ao que restou do píer, que serviu um dia para o escoamento do café. O acesso ao local é difícil, exigindo que os visitantes pulem pedras em uma praia poluída ou sigam por um estreito caminho de terra e mato.
Magé guarda vestígios da primeira estrada de ferro do país, com uma réplica da primeira locomotiva exibida na estação ferroviária de Paco, atualmente coberta por tapumes. A cidade aparece no título do artigo justamente por sua importância histórica, incluindo o fato de que o craque Garrincha deu ali seus primeiros passos.
Irajá, distrito de Magé, possui um fortim militar e é descrito como reduto de fé, tendo quase se tornado uma cidade independente. O artigo também menciona a imensidão do Rio de Janeiro e levanta a questão sobre quais cidades merecem ser divulgadas, sugerindo que Magé e seus tesouros históricos merecem mais atenção do que recebem.




