Um líder da extrema-direita português utilizou uma analogy com um jogo de futebol para tentar justificar a segregação racial, recorrendo à expressão "é só ver a cor da camisola" para fazer referência à discriminação com base na cor da pele. Esta comparação foi feita no contexto da chamada "Academia da Reconquista", um espaço associado ao movimento de extrema-direita em Portugal.
O artigo refere-se a esta retórica como uma tentativa de banalizar e naturalizar a discriminação racial, transformando um evento desportivo num instrumento de justificação ideológica para práticas segregacionistas.
No que diz respeito a Rodrigo Taxa, o texto menciona um novo episódio de fúria protagonizando por esta figura, embora os detalhes específicos deste último incidente não sejam aprofundados no excerto apresentado.




