A mansão anunciada por R$ 220 milhões, considerada a mais cara do Brasil, começou a desaparecer da paisagem do Jardim Pernambuco, bairro sofisticado do Leblon, no Rio de Janeiro. O casarão, que permaneceu seis anos em negociações entre seus proprietários e a incorporadora Mozak, será demolido para dar lugar a um novo projeto imobiliário.
O terreno receberá o condomínio fechado Estância Pernambuco, com apenas dez casas de alto padrão. Antes mesmo de a demolição avançar, sete unidades já foram vendidas, com valores variando entre R$ 24 milhões e R$ 42 milhões, restando apenas três casas disponíveis para comercialização.
Os lotes do novo empreendimento terão entre 900m² e 1.800m², um tamanho considerado raro no Jardim Pernambuco, onde os terrenos costumam ter cerca de 500m² e grande parte está localizada em áreas inclinadas. Uma das principais características do novo condomínio será a predominância de espaços planos, diferentemente do perfil típico da região.
No momento da demolição, a casa ainda mantinha móveis e quadros em seu interior, que estão sendo retirados pelos ex-proprietários. O imóvel oferecia vista para o mar, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Cristo Redentor, características que justificavam o alto valor de venda original.




