O Ministério da Justiça confirmou que a destruição dos produtos químicos apreendidos na Operação Pacoba tinha um custo de aproximadamente 144 mil euros. Este valor representava um montante para o qual a Polícia Judiciária não dispunha de dotação orçamental.
A falta de verbas por parte da Polícia Judiciária era tão significativa que assumir o custo da destruição dos produtos químicos comprometeria as atividades correntes da instituição.
Diante dessa situação, os produtos químicos apreendidos acabaram sendo entregues a um empreiteiro. Este empreiteiro era amigo de Luís Neves, figura envolvida no caso que motivou a Operação Pacoba.



