Executivos das maiores indústrias da Alemanha estão defendendo um retorno à semana de trabalho de 40 horas sem aumento salarial. Segundo o Financial Times, os empresário, entre eles os da Mercedes-Benz e do fabricante Stihl, argumentam que os elevados custos trabalhistas estão comprometendo a competitividade da indústria alemã no cenário internacional.
Atualmente, a semana de trabalho de 35 horas é o padrão estabelecido por acordos coletivos para cerca de um quinto dos trabalhadores alemães, especialmente nos setores automotivo, de engenharia e nas indústrias de ferro e aço.
A discussão na Alemanha acontece no mesmo momento em que no Brasil uma proposta de Emenda à Constituição está tramitando no Congresso que acaba com a escala 6x1, que prevê dois dias de descanso.




