Rui Teixeira escreve uma opinião sobre a Seguridade Social, considerando-a uma conquista da Revolução de Abril e, em particular, dos Trabalhadores. O artigo defende que, antes da criação da Seguridade Social, existiam apenas sistemas dispersos e muito limitados em Portugal.
O autor enfatiza que esses sistemas antigos estavam baseados em uma lógica caritativa e não no direito a uma vida digna, o que representava uma diferença fundamental na abordagem da proteção social.
Segundo o artigo, a Seguridade Social é Pública, Solidária e Universal, resumindo assim sua natureza. Essas três características são apresentadas como pilares essenciais do sistema.
O texto conclui que a Seguridade Social é essencial para combater a pobreza e para garantir condições de vida dignas aos cidadãos, reforçando sua importância como instrumento de solidariedade social.




