O início deste ano letivo apresenta mais turmas sem professor atribuído do que no ano anterior, em 2025. Esta situação representa um agravamento face ao que já era considerado um problema no sistema educacional português.
As dificuldades de recrutamento são particularmente acentuadas no ensino fundamental, onde se verifica uma maior escassez de profissionais dispostos a aceitar essas posições. Esse ciclo educacional é um dos mais afetados pela falta de docentes.
Lisboa surge como o estado com maior concentração de horários por atribuir, concentrando aproximadamente metade de todas as turmas sem professor no país. Essa distribuição desigual agrava a situação em determinadas regiões.
O artigo não apresenta informações sobre as medidas tomadas pelo Ministério da Educação para resolver essa situação nem sobre o número exato de turmas afetadas.




