Portugal chega ao Orçamento do Estado para 2027 numa posição económica mais sólida do que em anos anteriores, beneficiando de um maior saneamento financeiro.
No entanto, a margem política e financeira disponível para o governo é cada vez mais apertada, o que limita a capacidade de resposta às crescentes exigências.
O orçamento terá de equilibrar pressões do lado da despesa, a necessidade de grandes investimentos e as contingências imprevistas, num contexto em que os recursos disponíveis não acompanham proporcionalmente as necessidades.



