Miguel Sousa Tavares comentou as notícias mais recentes em torno do Ministério da Administração Interna (MAI), referindo-se à Moção de Censura apresentada pelo Chega ao governo. O comentário de MST surge num tom crítico em relação à oposição, sugerindo ironicamente que a maioria dos portugueses pretende derrubar o executivo por causa de uma questão relacionada com a não declaração de um carro oferecido pelo sogro de Luís Montenegro à sua mulher.
O comentador refere que André Ventura, líder do Chega, está "obcecado" com esta questão, sublinhando que esta obsessão não é justificada. MST mantém a sua posição de que, perante tudo o que veio a público, não existem razões suficientes para a demissão do ministro.
A moção de censura apresentada pelo Chega ao governo surge neste contexto de controvérsia política em torno das declarações de interesses e bens dos membros do executivo, numa altura em que a oposição tem procurado pressionar o governo sobre questões de transparência.




