O ano político começou com intensidade, marcado por diversas crises e confrontos políticos que prometem dominar a agenda pública. O ministro da Administração Interna encontra-se sob forte escrutínio, sendo o centro de todas as atenções no que diz respeito ao controle governamental.
Uma carta das vítimas do acidente do Elevador da Glória veio acrescentar mais pressão política, ao dirigir críticas diretas ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, apontando responsabilidades ao gestor municipal pela ocorrência do acidente.
A moção de censura apresentada na assembleia municipal constitui outro elemento que está marcando o retorno político, contribuindo para um ambiente de confronto e tensão entre os diferentes partidos e instituições.
O início do novo ano político demonstra assim que não há economia de energia, com múltiplas frentes de batalha abertas simultaneamente, desde o governo central até a câmara municipal da capital, num momento de intensa atividade política.




