UNITA RETORNA AO UÍGEFoto de Oscar Ruiz no Pexels
Política
Выборы

UNITA RETORNA AO UÍGE

Folha 83 de setembro de 2026 às 21:12

A UNITA retornou hoje ao Uíge, onde reúne na sexta-feira o Comitê Permanente na preparação para as eleições gerais de 2027. O retorno do partido ao Uíge foi anunciado pelo seu líder, Adalberto Costa Júnior, através de um vídeo publicado nas redes sociais durante o percurso para o local.

O líder da UNITA apelou para que não se repitam neste fim de semana os confrontos entre polícia e inúmeritos que ocorreram no dia 8 de Agosto, dos quais resultaram vários feridos. Este apelo surge num contexto de tensão na região.

O partido político União Nacional para a Independência Total de Angola está realizando este retorno ao Uíge para fazer o encerramento de um ciclo de atividades, segundo explicou Costa Júnior no vídeo compartilhado nas redes sociais.

Notícias relacionadas

Uma moção de censura e uma guerra híbrida no regresso das férias
Política

Uma moção de censura e uma guerra híbrida no retorno das férias

O partido Chega apresentou uma moção de censura contra o Governo por causa do ministro Luís Neves, que André Ventura considerou uma ameaça à democracia. A moção será debatida e votada na próxima terça-feira. Ventura tentou ainda envolver o Presidente da República no debate político, enquanto o Procurador Geral da República confirmou que os inquéritos em andamento sobre Luís Neves têm caráter urgente.

SIC Notícias04/09/26, 00:30
Política

Pensões: muito alarme, pouca substância

Este artigo de opinião de Susana Peralta critica o tom alarmista que tem marcado o debate sobre pensões em Portugal, defendendo que deveria haver uma discussão mais serena e objetiva. A autora destaca que existem pontos de contato substanciais entre o grupo de trabalho de Jorge Bravo e o do Livro Verde, e que a frustração é tanto maior quando há potencial para um diálogo mais construtivo sobre uma questão tão importante para o país.

Público04/09/26, 00:30
Política

A esquerda "sentada" diante da realidade

Este é um artigo de opinião que critica as utopias políticas da esquerda, argumentando que quando seus defensores recusam para si próprios os riscos que impõem aos outros, sua hipocrisia fica exposta. O autor considera este o "teste mais simples e mais devastador" dessas ideologias, salientando a contradição entre os discursos idealistas e as ações de quem os promove.

Observador04/09/26, 00:25
Política

Seguro e a desvalorização do acto presidencial

Este artigo de opinião analisa a desvalorização do papel presidencial em Portugal, comparando a abordagem de Marcelo Rebelo de Sousa, que desvalorizava a "palavra presidencial", com a de Seguro, que terá começado o seu mandato a desvalorizar o "acto presidencial", o que o autor considera ser ainda mais grave. Mendes da Silva argumenta que ambos contribuíram para enfraquecer a instituição presidencial, embora de formas diferentes.

Público04/09/26, 00:25