A Polícia Federal e as autoridades eclesiásticas estão monitorando ativamente uma nova onda de fraudes digitais em Portugal, onde redes de golpistas clonam a identidade visual e pastoral de padres respeitados para extorquir dinheiro de fiéis através das redes sociais e aplicativos de mensagem. O esquema já prejudicou várias dezenas de crentes em diferentes dioceses do país e consiste na criação de contas falsas em plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp, utilizando fotografias e descrições biográficas roubadas de perfis públicos de párocos. Os criminosos abordam diretamente fiéis, membros de comissões de festas e benfeitores habituais, alegando emergências graves como obras urgentes na igreja matriz, despesas de saúde imprevistas ou apoio a famílias em extrema necessidade.
O mecanismo da fraude se baseia em uma




