Miguel Sousa Tavares comenta as notícias mais recentes em torno do Ministério da Administração Interna e da Moção de Censura apresentada pelo Chega ao Governo. O comentador considera que nunca viu uma perseguição tão grande como a que está acontecendo com Luís Neves, referindo-se ao que considera ser uma campanha contra esta figura do executivo.
Miguel Sousa Tavares critica também a forma como o Ministério da Administração Interna tem respondido às questões levantadas, descrevendo essa resposta como "um desastre". Esta posição surge no contexto de uma crescente controvérsia política em torno do MAI.
No entanto, apesar desta crítica ao MAI, Miguel Sousa Tavares mantém a sua posição de que não vê razões para a demissão do ministro perante tudo o que veio a público. O comentador sublinha que, na sua análise, os fatos conhecidos não justificam a saída do membro do Governo.
Relativamente ao líder do Chega, André Ventura, Miguel Sousa Tavares classifica-o como "obcecado" com esta questão, sugerindo que a moção de censura apresentada pelo partido é uma consequência dessa obsessão política com o tema.




