As pessoas surdas em Portugal estão sem acesso direto ao número de emergência 112 há quase cinco anos. Esta situação foi reconhecida pelo governo, que confirmou ter conhecimento do problema e estar reanalisando o tema para encontrar uma solução.
A falta de acesso direto ao 112 representa uma barreira significativa para a comunidade surda, que não consegue utilizar os serviços de emergência de forma autônoma como as pessoas ouvintes. Esta limitação coloca em risco a segurança e a capacidade de resposta em situações de emergência.
O governo garantiu que está trabalhando no assunto e reanalisando a questão, embora ainda não tenha sido apresentada uma data concreta para a implementação de uma solução. A situação mantém-se sem resolução há quase meia década, gerando preocupação entre as organizações que representam as pessoas surdas.




