Não dispara mísseis nem tem ogivas: o "arsenal nuclear" que mantém Putin indispensável
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Não dispara mísseis nem tem ogivas: o "arsenal nuclear" que mantém Putin indispensável

SAPO Notícias3 de setembro de 2026 às 15:39

A estratégia geopolítica russa descrita no artigo não envolve mísseis ou ogivas tradicionais, mas sim uma forma sutil de poder nuclear baseada na empresa estatal Rosatom. Esta companhia atua como uma ferramenta de influência internacional que torna Vladimir Putin indispensável em vários contextos.

A Rosatom é descrita como uma gigante estatal que constrói centrais nucleares em diversos países. Além disso, fornece combustível nuclear e tecnologia relacionada a esta área, funcionando como um fornecedor completo de serviços no setor nuclear.

A empresa também disponibiliza especialistas russos para projetos internacionais e, em alguns casos, chega a financiar e controlar as próprias infraestruturas que constrói. Este nível de envolvimento permite à Rússia manter uma presença estratégica prolongada nos países parceiros.

Através desta abordagem, a Rosatom torna-se um instrumento de política externa que vai muito além da simples venda de tecnologia nuclear, criando dependências que consolidam a posição da Rússia no cenário internacional.

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