A Galp fechou um acordo para se expandir na Namíbia, seguindo um modelo que envolve diversificação de risco e partilha de investimento com parceiros. No entanto, este modelo implica que a petrolífera portuguesa assume menos controlo sobre as operações do que teria numa estrutura mais tradicional.
Este acordo namíbio apresenta traços semelhantes ao negócio que a Galp mantém com a Moeve, sugerindo uma estratégia consistente da empresa portuguesa na forma como aborda novos mercados e projetos internacionais.
A abordagem permite à Galp分散ar riscos financeiros e operacionais, mas ao mesmo tempo limita a sua capacidade de decisão e influência sobre os ativos adquiridos ou desenvolvidos nestas parcerias.




