Aconteceu nesta quinta-feira, em Viseu, a primeira edição do ViseuINOV, um encontro que reuniu inúmer@s, investidores, instituições de ensino superior, representantes do poder local e organizações ligadas à inovação e ao impacto social. O evento foi promovido pela SILIA – Ecossistemas Éticos de Inovação, em colaboração com a Prefeitura de Viseu e o Projeto Nguzu, com o objetivo de aproximar talento, conhecimento, empresas, investimento e território.
O programa começou às 10h00, na Casa da Ribeira, com a Sessão Estratégica "Viseu 2026–2029", que incluiu a apresentação do plano estratégico da Prefeitura de Viseu para a área da inovação, um caso de estudo sobre a evolução da Beira Interior entre 2013 e 2025 e a proposta de criação de um grupo de trabalho para apoiar Viseu nos próximos três anos. A manhã incluiu ainda uma apresentação dedicada ao turismo e à gastronomia do município.
Após um almoço de trabalho no Palácio do Gelo, os participantes visitaram o Grupo Visabeira. Às 16h30, no Pavilhão Multiusos integrado na Feira de São Mateus, aconteceu a primeira Sessão de Conferências Territoriais subordinada ao tema "Investindo no Fortalecimento do Ecossistema Português de Inovação — Por Que Viseu? Talento e Investimento", com cinco painéis dedicados ao papel das instituições de ensino superior, da inovação social, das organizações, das grandes empresas e dos municípios.
Entre os participantes estavam representantes da Universidade Politécnica de Viseu, Universidade da Maia, Universidade da Beira Interior, CCDR Centro, prefeituras de Viseu e Covilhã, Grupo Visabeira, Purem Tondela, Rock & Dão, Projeto Nguzu, SEA, DIG-IN, M21, N2W e Restaurante Palace. A presidente da SILIA, Maria Maltez, defendeu que o objetivo não é criar mais um ecossistema de inovação, mas "dar sistema ao que já existe", conectando necessidades, conhecimento, talento e investimento e transformando essas relações em projetos concretos.




