O partido Chega entregou uma moção de censura ao Governo contra a manutenção de Luís Neves num cargo não especificado. A moção visa expresar a oposição do partido à continuidade de Luís Neves na sua posição.
De acordo com a regras parlamentares, a moção de censura deve ser debatida no prazo de três dias após a sua entrega. Esta exigência temporal cria pressão sobre a calendarização dos trabalhos na Assembleia da República.
A moção poderá obrigar Luís Montenegro, líder do Governo, a deslocar-se à Assembleia da República na segunda-feira. Esta comparência acontece na véspera de Luís Neves também estar previsto para estar presente no parliamento.
Luís Neves tem agendada uma intervenção na Comissão de Assuntos Parlamentares, onde deverá prestar esclarecimentos sobre a sua situação. O momento coincide com a dinâmica política criada pela moção de censura do Chega.




