Uma denúncia anônima foi enviada ao presidente da Assembleia da República por intermédio do Partido Socialista, alegadamente contendo referências a "perseguições e ilegalidades" praticadas por Hugo Tavares, adjunto da secretária-geral do parlamento português.
A denúncia denunciava situações de assédio no trabalho e questões relacionadas com contratações no Parlamento, tendo sido realizada uma averiguação interna sobre as alegações apresentadas.
No entanto, a investigação acabou por ser arquivada sem que a секретартка-geraldа nem o seu adjunto Hugo Tavares tivessem sido ouvidos pelo auditor responsável pela averiguação.




