Pedro Sánchez continua sem esclarecer as causas do salto massivo de imigrantes em Ceuta, que ainda está sob investigação e que atribui a múltiplos fatores, com especial incidência na desinformação. No entanto, modularizou a sua complacência com Marrocos durante a sua comparência no Congresso na quinta-feira.
O primeiro‑ministro espanhol assegurou que nenhum relatório até agora apresenta "evidências sólidas" de que o país vizinho tenha planeado ou executado o que aconteceu, embora tenha evitado precipitar-se em descartar qualquer possibilidade.
"Se houve incapacidade ou inação, isso é algo que terá de esclarecer-se", afirmou Sánchez, advertindo que "se existissem provas sólidas agiríamos em conformidade". O governante mantém assim uma posição cautelosa enquanto as autoridades espanholas continuam a investigar as circunstâncias do incidente.




