O elevador da Glória em Lisboa sofreu um acidente grave há um ano, e Carlos Moedas declarou guerra à insegurança. No entanto, o artigo argumenta que segurança também significa poder usar transportes públicos sem medo de morrer por negligência. O elevador causou danos significativos à cidade.
Um ano depois do acidente, apenas quatro famílias chegaram a um acordo de indenização com a Carris. A empresa de transportes públicos não abriu qualquer processo disciplinar interno relacionado com o incidente. O relatório final sobre o caso foi adiado para 2027.
Em contraste com essa lentidão, a prefeitura promoveu fotomontagens, contratou um arquiteto e realizou uma coletiva de imprensa sobre o futuro do elevador. O artigo critica que, enquanto Moedas promete guerra à insegurança quando depende dos outros, no que depende de sua própria ação, apenas há propaganda.



