O acidente do Elevador da Glória aconteceu em 3 de setembro de 2025, deixando 16 mortos e 24 feridos, com vítimas de 15 nacionalidades diferentes. A manutenção do equipamento estava sob responsabilidade da MNTC – Serviços Técnicos de Engenharia, Ltda., empresa que prestava serviços à Carris desde 2017, com um contrato de 995.515,20 euros, mais impostos, para um período de 36 meses, incluindo também os Elevadores da Bica, do Lavra e de Santa Justa. A Carris rescindiu o contrato com a MNTC em 4 de novembro de 2025, dois meses depois do acidente, passando a cuidar internamente das necessidades de manutenção.
O relatório preliminar do GPIAAF identificou problemas relacionados com a manutenção, apontando que a MNTC não tinha uma equipe de engenharia com conhecimento técnico especializado em bond




