Katmandu e China elevam para 1.225 número de mortos uma semana após cheias
MundoLisboa

Katmandu e China elevam para 1.225 número de mortos uma semana após cheias

dnoticias.pt3 de setembro de 2026 às 01:26

Pelo menos 1.225 pessoas morreram e 4.757 continuam desaparecidas no Nepal e na China, uma semana após a devastadora inundação que arrasou a fronteira entre os dois países, segundo os balanços oficiais hoje atualizados. Do lado nepalês, a Autoridade Nacional para a Redução e Gestão do Risco de Desastres (NDRRMA) elevou às 18:00 locais o número de mortos para 1.204, ao passo que o número de desaparecidos situa-se nos 4.216. As autoridades chinesas reportaram 21 mortos e 541 desaparecidos na região do Tibete, completando os números totais dos dois países. O desastre ocorreu há exatamente uma semana ao longo da fronteira entre as duas nações, causando uma das piores catástrofes humanitárias na região nos últimos anos.

Notícias relacionadas

Mundo

João Ferreira Dias: «Ceuta veio acelerar um problema que a Europa toda atravessa»

O analista João Ferreira Dias comentou que a situação em Ceuta veio acelerar um problema que afeta toda a Europa, gerando forte pressão política sobre o governo espanhol. Destacou que a solidariedade manifestada em toda a Espanha pode ser instrumentalizada politicamente pelo PP, pelo Vox e por movimentos de extrema direita.

Now03/09/26, 01:37
Irão acusa EUA de cometer "crime de guerra" por atingir festa de casamento com míssil
Mundo

Irão acusa EUA de cometer "crime de guerra" por atingir festa de casamento com míssil

O Irão acusou os Estados Unidos de cometer um "crime de guerra" após um míssil atingir uma festa de casamento, resultando em quatro mortos e dezenas de feridos.

Correio da Manhã03/09/26, 01:30
Os sabores de Xianxim: dois pratos clássicos de uma terra de massas
Mundo

Os sabores de Xianxim: dois pratos clássicos de uma terra de massas

A província de Shaanxi, no noroeste da China, abriga a fértil Planície de Guanzhong, onde o trigo é cultivado em abundância desde a Antiguidade. Ao longo de milhares de anos, o cultivo do trigo e o consumo de massa enraizaram-se no cotidiano da população local, tornando a massa um dos elementos mais representativos da cultura gastronômica da região de Guanzhong.

SAPO Notícias03/09/26, 01:29
Mundo

«O Estreito de Ormuz não pode estar condicionado ao livre-arbítrio do Irã»

O artigo aborda a situação geopolítica do Estreito de Ormuz, salientando que este não pode ficar sujeito ao livre-arbítrio do Irã. Refere ainda as ameaças de Moscou, o papel do Kremlin nas tensões internacionais, o tom agressivo de Dmitri Medvedev e a pressão russa sobre a política alemã, num momento de crescente instabilidade regional e diplomática.

Now03/09/26, 01:17