Carla Jeffery, atriz da Disney, morre aos 33 anosFoto de Cristian Salinas Cisternas no Pexels
EntretenimentoCoimbra

Carla Jeffery, atriz da Disney, morre aos 33 anos

oglobo3 de setembro de 2026 às 00:36

A atriz americana Carla Jeffery, conhecida por interpretar Bree na franquia "Zombies", do Disney Channel, morreu aos 33 anos. A morte ocorreu na terça-feira, 1º de outubro, e foi confirmada nesta quarta-feira pela agência Alexanders Talent Management, que acompanhava a carreira da artista desde os 12 anos. A causa da morte não foi divulgados.

A agência lamentou a perda em uma publicação nas redes sociais e destacou a trajetória de mais de duas décadas ao lado da atriz. Segundo a empresa, Carla era mais do que uma cliente e havia se tornado parte da família. A publicação também pediu respeito, provavelmente em referência à privacidade de seus familiares.

A agência lembrou a contribuição de Carla para o entretenimento, afirmando que ela compartilhou sua alegria, seu humor e seu espírito brilhante com o público ao redor do mundo através de seu papel como Bree na franquia de sucesso da Disney. A homenagem foi reproduzida por veículos americanos.

Notícias relacionadas

Entretenimento

Da geração que mudou o sertanejo feminino: Emy e Thaeme lançam 'Tudo Menos Eu'

Emy e Thaeme, duas artistas que acompanharam de dentro a transformação do sertanejo feminino brasileiro desde meados de 2010, finalmente se encontram musicalmente na parceria 'Tudo Menos Eu', lançada nas plataformas como parte do projeto 'Lado EMY', iniciativa de Emy que promove encontros com grandes vozes femininas da música sertaneja. Thaeme construiu uma trajetória de destaque no gênero com sua dupla com Thiago, que permanece ativa e com grande sucesso nacional, enquanto Emy viveu mais de dez anos de carreira integrando o Trio Villa Baggage, grupo que ganhou projeção nacional.

oglobo03/09/26, 01:18
Entretenimento

«Não me lembro de nenhuma dor. As horas praticando são horas de prazer»: Júlio Resende

O pianist e compositor Júlio Resende falou sobre a sua relação física e mental com a música e com o piano, rejeitando a ideia de sofrimento no processo criativo. Em entrevista, Resende afirmou não se lembrar de nenhuma dor associada à prática musical, considerando as horas dedicadas ao instrumento como momentos de prazer, desmistificando assim o mito do artista torturado.

Now03/09/26, 01:09
Entretenimento

Júlio Resende: «Nunca tive dúvidas de que a música era uma espécie de irmã e o piano um irmão»

O pianista e compositor português Júlio Resende falou sobre a influência marcante do álbum "The Melody at Night, with Duke" de Keith Jarrett em sua carreira, confessando nunca ter duvidado de que a música era uma "espécie de irmã" e o piano um "irmão". Resende também lembrou a atuação memorável na final da Eurovisão de 2018, em Lisboa, onde acompanhou Salvador Sobral e Caetano Veloso, numa colaboração que ficou na memória dos espectadores europeus.

Now03/09/26, 01:02
Entretenimento

«Juntar pessoas da música, venham elas de qualquer sítio que seja bom, é algo que me dá muito gozo»: Júlio Resende

O pianist e compositor português Júlio Resende concedeu uma entrevista a Germano Almeida no programa NOW, onde falou sobre o seu percurso artístico e a sua filosofia de criação musical. Durante a conversa, Resende destacou o prazer que sente em juntar pessoas da música, independentemente da sua origem, valorizando a diversidade e a colaboração no mundo musical.

Now03/09/26, 00:55