O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional publicou em 20 de agosto o reconhecimento federal de situação de emergência em 46 municípios de oito estados. As cidades atingidas sofreram com fortes chuvas, vendaval, granizo, tornados, inundações, além de casos de seca e estiagem.
O mercado segurador brasileiro cobre apenas cerca de 9% das perdas econômicas provocadas por desastres climáticos no país. O dado consta do Radar de Eventos Climáticos e Seguros no Brasil, estudo publicado pela Previdência Social em novembro de 2025.
Em países desenvolvidos, a cobertura média estimada varia entre 20% e 55%. As regiões Norte e Nordeste concentram a maior lacuna de proteção, com cobertura média inferior a 2%.
O levantamento identificou 67 eventos climáticos significativos entre 2022 e 2024, com perdas econômicas estimadas em R$ 184 bilhões. Somente até junho de 2025 foram registradas mais ocorrências, embora os dados específicos não tenham sido totalmente detalhados no estudo.




