Nos dias 31 de agosto e 1 de setembro, a urgência do Hospital Fernando da Fonseca, no Amadora-Sintra, atendeu quase 650 pacientes. Mais de 60% dos usuários que recorreram ao serviço eram classificados como casos urgentes ou muito urgentes.
Durante esses dois dias, os tempos de espera para a primeira observação atingiram 11 horas para os pacientes urgentes. Esta quarta-feira, a situação manteve-se complicada no início do dia, com esperas também de 11 horas, embora tenham diminuído para cerca de quatro horas às 15h.
A ministra da Saúde já reconheceu publicamente que os tempos de espera eram elevados e alertou que a situação pode piorar nos próximos dias.
O hospital justifica a sobrecarga com o elevado volume de procura e com a complexidade dos casos que chegam à urgência, que requerem mais tempo de atendimento e observação.



