O Crédit Agricole intentou dois processos judiciais contra Ricardo Salgado, antigo acionista do Banco Espírito Santo, assim como contra Morais Pires, antigo CEO e CFO do BES, e contra a Rioforte, num valor total de um bilhão de euros. A Rioforte era a sociedade que agregava o ramo não financeiro do grupo Espírito Santo.
A seguradora do antigo acionista do BES também decidiu avançar com litígio contra as mesmas partes, num movimento que visa responsabilizar os antigos gestores pela queda do banco. Esta ação surge na sequência do colapso do Grupo Espírito Santo, que abalou o sistema financeiro português em 2014.
Os processos pretendem demonstrar que os antigos líderes do BES terão atuado de forma negligente ou fraudulenta na gestão do banco, contribuindo para a sua deterioração financeira. O Crédit Agricole, enquanto instituição financeira internacional com interesses em Portugal, busca agora recuperar parte dos prejuízos associados ao colapso.




