A pesquisa Quaest revela que a percepção da economia piorou entre os entrevistados, o que é difícil de explicar quando se analisam os indicadores econômicos objetivos. Houve deflação em agosto, porém a sensação da população é diferente desses números.
Segundo a pesquisa, 67% dos entrevistados afirmaram que os alimentos ficaram mais caros no último mês. Isso ocorre porque os preços subiram muito no passado recente, e quando caem relativamente, isso não significa necessariamente mais espaço no orçamento das famílias.
O endividamento é outro fator que consome os orçamentos das pessoas, contribuindo para a sensação de aperto financeiro. Mesmo com a inflação em queda, especialmente a de alimentos, o que as pessoas sentem não corresponde aos indicadores.
O artigo conclui que o sentimento econômico é mais importante do que os números em si e será o que definirá o voto na eleição.




