Os serviços de emergência do Hospital Fernando da Fonseca, em Amadora-Sintra, estão enfrentando tempos de espera superiores a 12 horas para pacientes classificados como urgentes. Esta situação afeta pacientes que necessitam de cuidados urgentes mas não são considerados emergenciais.
A pressão nestas emergências deve-se principalmente à falta de médicos e enfermeiros nas equipes do hospital. Os profissionais de saúde estão sobrecarregados diante da demanda crescente de cuidados de emergência.
A ausência de médico de família para a maioria dos residentes da região contribui igualmente para o aumento da pressão sobre as emergências. Muitos usuários sem médico de família recorrem às emergências hospitalares para cuidados que deveriam ser prestados na atenção básica.
O hospital tem enfrentado uma demanda elevada que ultrapassa sua capacidade de resposta, agravada pela escassez de recursos humanos disponíveis para atender todos os pacientes dentro de tempos razoáveis.




