Tim Cook vai receber 47 milhões de dólares como chairman da AppleFoto de Wolf Art no Pexels
Negócios
Технологии
Инвестиции

Tim Cook vai receber 47 milhões de dólares como chairman da Apple

Eco2 de setembro de 2026 às 10:53

Tim Cook deixou o cargo de CEO da Apple no final de agosto, depois de quase 15 anos à frente da criadora do iPhone, e vai receber um pacote remuneratório de 47 milhões de dólares como chairman do Conselho de Administração, composto por dois milhões de dólares de salário anual e 45 milhões de dólares em ações previstas. Este valor representa uma redução de 20% na sua remuneração em comparação com 2025.

O seu sucessor, John Ternus, vai receber um salário base de três milhões de dólares, mais elevado do que o de Cook, além de uma atribuição anual prevista de ações no valor de 55 milhões de dólares no ano fiscal de 2027, caso os critérios de desempenho sejam cumpridos. Esta mudança de liderança marca apenas a segunda troca no cargo de CEO da Apple neste século.

Durante os 15 anos em que esteve à frente da gigante tecnológica norte-americana, Tim Cook estabeleceu uma relação estreita com Washington e Pequim e tornou-se uma figura reconhecida a nível mundial, ajudando a empresa avaliada em 4,75 biliões de dólares a navegar no equilíbrio entre ser uma das maiores empresas dos EUA e depender fortemente da produção na China.

O cargo de chairman foi criado especificamente para Cook, que segundo a Apple irá prestar apoio em determinados aspetos da empresa, incluindo o diálogo com decisores políticos em todo o mundo. Os analistas de Wall Street interpretaram o avultado pacote salarial como uma confirmação de que Cook continuaria a agir mais como um executivo do que como um membro independente do conselho de administração.

Notícias relacionadas

Negócios

Há uma nova Primark em Castelo Branco. Você já pode visitá-la

O Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, esteve presente na manhã de 2 de setembro na cerimônia de abertura de uma nova loja Primark na cidade. A presença do edil na inauguration destaca a importância desta expansão comercial para o município.

Notícias de Coimbra02/09/26, 12:29
Juros da dívida continuam a subir e atingem máximos de décadas em vários mercados
Negócios

Juros da dívida continuam a subir e atingem máximas de décadas em vários mercados

Os juros da dívida soberana continuam a subir e a atingir níveis máximos de décadas em vários mercados, enquanto os preços dos títulos soberanos caem pelo segundo dia consecutivo, refletindo preocupações crescentes dos investidores com a sustentabilidade fiscal e o aumento das taxas de juros em escala global.

Expresso02/09/26, 12:24
Negócios

PSI ganha 3,5% em agosto e acumula alta de 14,2% desde o início do ano

O índice PSI encerrou agosto nos 9.437,2 pontos, com uma alta mensal de 3,5%, acumulando uma valorização de 14,2% desde o início do ano e de 21,6% em termos anuais. A Galp foi a empresa listada com melhor desempenho em agosto, avançando 8,7%, seguida pela Ibersol, CTT e Corticeira Amorim, enquanto no lado negativo destacaram-se a Teixeira Duarte, Sonae, Altri e Navigator. O PSI superou os principais índices europeus, com o STOXX 600 subindo apenas 0,3% e o MSCI World ganhando 2,4% no mês. A Maxyield alertou para a menor liquidez em agosto, com o volume diário negociado caindo 16%, e para o P/L elevado do índice, situado em torno de 20,8, considerando que a queda desse múltiplo dependerá de um crescimento dos lucros mais rápido do que as cotações. Os resultados do primeiro semestre foram globalmente positivos, com os lucros das 15 empresas do PSI crescendo 13,3% em termos anuais.

Jornal Económico02/09/26, 12:16
Negócios

Europa: Crédito e Caução prevê queda na produção automobile em 2026 e recuperação no próximo ano

A seguradora Crédito e Caução prevê uma contração de 0,6% na produção automóvil europeia em 2026, o terceiro ano consecutivo de queda, com recuperação de 1,2% em 2027. O protecionismo comercial, a transição desigual para veículos elétricos e a fraca confiança dos consumidores estão afetando a produção, enquanto tensões geopolíticas, como os controles chineses às exportações de terras raras, expõem a vulnerabilidade dos fabricantes ocidentais. O relatório alerta ainda para a perda de competitividade europeia na produção de veículos elétricos, o aumento de insolvências e atrasos de pagamento, e estima que as vendas de híbridos e elétricos representem 59% das vendas globais até 2030.

Jornal Económico02/09/26, 12:11