José Luís Carneiro, que se encontra em Maputo, considerou que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não deve dar "razões" ao Chega relativamente ao caso do Ministério da Administração Interna (MAI). O aviso surge no contexto de uma disputa política relacionada com a investigação que envolve o Ministério.
Carneiro alertou que o prolongamento deste caso "degrada a autoridade política do Estado". Esta posição reforça a preocupação com as consequências institucionais da continuidade desta controvérsia.
O ministro da Administração Interna deixou ainda a responsabilidade nas mãos do primeiro-ministro, sugerindo que a resolução da situação deve ser tratada ao mais alto nível do executivo.
A posição de Carneiro foi transmitida durante a sua visita a Maputo, em Moçambique, onde decorrem compromissos oficiais no âmbito das relações bilaterais entre os dois países.



