O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, considerou que o Primeiro-Ministro não deve dar explicações pelos "efeitos pirotécnicos" que a proximidade do Chega com o Ministério tem vindo a gerar.
José Luís Carneiro afirmou que a situação "está a degradar a autoridade política do Estado", considerando que esta é uma questão sobre a qual "nenhum português tem dúvidas".
O ministro deixou a responsabilidade sobre esta questão nas mãos de Luís Montenegro, sugerindo que recai sobre o Primeiro-Ministro a resolução ou explicação desta situação.
O partido Chega tem vindo a manter uma proximidade ao Ministério da Administração Interna, o que tem gerado controvérsia e críticas por parte de outras forças políticas.




