O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro perdeu fôlego, e o consumo das famílias caiu de forma surpreendente para os economistas. A soma de todos os bens e serviços produzidos na economia brasileira mostrou um resultado mais fraco do que o esperado.
Os economistas avaliam que o mercado de trabalho, embora ainda aquecido, não foi suficiente para manter o ritmo de gastos das famílias. Isso ocorre diante do juro ainda elevado e do alto nível de endividamento das famílias brasileiras.
Com o resultado mais fraco, economistas já começam a revisar suas projeções para o restante do ano e estimam um dinamismo menor da atividade econômica. O Banco Inter agora espera um PIB de 1,7% em 2026, ante a estimativa anterior de 1,8%.
O consumo das famílias deve contrair 0,2% no terceiro trimestre em relação ao segundo, e depois avançar apenas 0,3% no quarto trimestre em relação ao terceiro, configurando um quadro de estagnação. A Galapagos Capital já havia revisado o PIB de 2% para 1,8% este ano.




