O ministro da Educação, Fernando Alexandre, reconheceu que existem prejuízos para os alunos que concorrem ao ensino superior através da segunda fase de candidatura. A situação se deve aos atrasos na correção dos exames digitais realizados na primeira fase.
Segundo o artigo, esses atrasos afetam principalmente os 10% de alunos que entram no ensino superior pela segunda fase. Esses estudantes dependem dos resultados dos exames da primeira fase para poderem concorrer nessa fase do processo de acesso ao ensino superior.
Fernando Alexandre admitiu publicamente que essa situação representa um problema concreto para os estudantes abrangidos, embora o artigo não detalhe quais as medidas previstas para minimizar o impacto desses atrasos.




