O líder do Chega, André Ventura, adiou por um dia a decisão final sobre uma moção de censura ao Governo, após ter ameaçado apresentá-la na terça-feira caso Luís Montenegro não demita o ministro da Administração Interna, Luís Neves. Em declarações na Assembleia da República, Ventura confirmou ter falado com o Presidente da República, mas recusou revelar o teor da conversa, criticando a "arrogância" de Luís Neves, que numa publicação nas redes sociais classificou o discurso do ministro como "impressionante, inenarrável, inqualificável". Já em Maputo, o Secretário-Geral do PS, José Luís Carneiro, alertou que o caso está a "degradar a autoridade política" do Estado e que o primeiro‐ministro não deve dar razões ao Chega para criar "efeitos pirotécnicos", sublinhando que a responsabilidade pela situação recai sobre Montenegro.
Eco01/09/26, 20:53