Harry Jackson nasceu com má rotação intestinal, uma anomalia que ocorre durante o desenvolvimento do bebê no útero. Com seis anos de idade, ele corria risco de sofrer um vólvulo, condição na qual o intestino se torce e interrompe o fluxo sanguíneo para essa parte do intestino. Além disso, ele havia desenvolvido uma doença hepática associada à insuficiência intestinal, chamada IFALD, uma condição progressiva causada por anos de alimentação intravenosa para controlar seu quadro. Os médicos de Harry se reuniram com os pais do menino, Gary Jackson e Annie Cerveno, para discutir a possibilidade de um transplante caso algum dos dois fosse compatível com o filho. Por obra da genética, Gary se mostrou compatível e realizou a doação de parte do fígado e do intestino para salvar o filho. O transplante simultâneo de fígado e intestino é considerado extremamente raro, tornando o caso incomum no cenário médico.
CiênciaLisboa
Em caso de transplante 'extremamente raro', pai doa parte do fígado e do intestino para salvar o filho
extra1 de setembro de 2026 às 16:32
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