PIB perde força no 2º tri: os 3 desafios para o próximo presidente na economiaFoto de stevepb no Pexels
Negócios
Экономика

PIB perde força no 2º tri: os 3 desafios para o próximo presidente na economia

BBC News Brasil1 de setembro de 2026 às 13:48

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu apenas 0,5% no segundo trimestre, indicando uma perda de força na atividade econômica. O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado e representou uma desaceleração em relação aos trimestres anteriores.

O próximo presidente do Brasil, que assumirá o governo em 2027, herdará um cenário econômico desafiador. Três fatores principais preocupam analistas e formuladores de política econômica para os próximos anos.

O primeiro desafio é o endividamento das famílias brasileiras, que continua elevado e limita o consumo interno. Em segundo lugar, a situação das contas públicas exige atenção, com debates sobre o equilíbrio fiscal e a sustentabilidade da dívida pública.

O terceiro desafio são os efeitos climáticos relacionados ao fenômeno El Niño, que pode impactar a produção agrícola e a inflação. Juntos, esses fatores criam um ambiente complexo para a condução da política econômica no próximo mandato presidencial.

Notícias relacionadas

Negócios

SMVC reforçam recolha de biorresíduos com nova viatura

Os Serviços Municipalizados de Vila do Conde (SMVC) adquiriram uma nova viatura totalmente elétrico para reforço da recolha de biorresíduos, com sistema de elevação por carga traseira. O investimento ascende a 207.747 euros, com IVA incluído, financiado ao abrigo do Fundo Ambiental. A autarquia anunciou nas redes sociais que a nova viatura, mais eficiente, permitirá reforçar a recolha de resíduos orgânicos no município.

Rádio Alto Minho01/09/26, 14:27
Negócios

Guerra e inflação apresentam a conta: Estado prevê pagar mais 776 milhões em juros da dívida em 2027

O Ministério da Fazenda português prevê que os encargos com juros da dívida pública aumentem em cerca de 776 milhões de euros em 2027, totalizando mais de sete bilhões de euros só em juros. Este agravamento se deve ao aperto monetário dos bancos centrais para controlar a inflação, intensificada pelos conflitos geopolíticos, incluindo a guerra na Ucrânia e as tensões no Irã. A conta dos juros deverá passar de 6 bilhões em 2025 para 6,3 bilhões este ano e depois para mais de 7 bilhões em 2027, um valor equivalente ao aumento previsto nas despesas com aposentadorias. A dívida pública atingiu 93% do PIB em junho, e o primeiro-ministro reafirmou a meta de redução para 87,5% até o final do ano.

Eco01/09/26, 14:21
Negócios

Pesquisa da UC conecta características psicológicas a decisões financeiras em PMEs portuguesas

Uma pesquisa da Universidade de Coimbra revela que características psicológicas dos gestores, particularmente o 'mindfulness', têm impacto significativo nas decisões financeiras das pequenas e médias empresas portuguesas. O estudo demonstra que a prática de mindfulness está associada a políticas mais prudentes de liquidez e endividamento, influenciando diretamente a gestão financeira das PMEs. Esta pesquisa contribui para uma melhor compreensão de como fatores psicológicos afetam o comportamento empresarial e pode ter implicações importantes para a formação de gestores e empreendedores em Portugal.

Diário de Coimbra01/09/26, 14:15
Negócios

Ações da Shein chegam a cair 10% em estreia na Bolsa

A Shein teve uma estreia discreta na Bolsa de Hong Kong, arrecadando US$ 1,7 bilhão em seu IPO após anos de tentativa. As ações despencaram até 10% na abertura, mas se recuperaram e fecharam com queda de apenas 0,1%. A empresa foi avaliada em aproximadamente US$ 26,3 bilhões, valor significativamente menor que os quase US$ 100 bilhões alcançados durante rodadas de financiamento privado em 2022.

oglobo01/09/26, 14:10