O Goldman Sachs espera que as margens de refinação de diesel mais do que dobrem nos Estados Unidos e na União Europeia devido à queda nas exportações de combustíveis no Golfo Pérsico. O banco espera que as margens de refinação de diesel nos Estados Unidos cheguem a 63 dólares por barril em 2027, ante a projeção anterior de 27 dólares por barril, e na União Europeia que as margens atinjam os 49 dólares por barril, ante a estimativa anterior de 19 dólares por barril.
O aumento das greves nas refinarias do Oriente Médio e da Rússia restringiu ainda mais a já sobrecarregada capacidade global de refinação, elevando as margens dos produtos refinados a novos patamares. Os analistas apontam que as paradas nas refinarias estão atualmente 60% acima da média sazonal, algo que deve prolongar a escassez de diesel até o próximo ano.
As exportações de combustíveis do Golfo Pérsico estão em cerca de 40% dos níveis pré-guerra, ante a estimativa anterior que se situava entre 70% e 80%. O diesel continua sendo o epicentro da alta, segundo a nota transcrita pelo Yahoo Finance.




