John Ternus herda uma empresa de 4 biliões e o desafio da IA
Negócios
Технологии
Искусственный интеллект
Инвестиции

John Ternus herda uma empresa de 4 biliões e o desafio da IA

Jornal de Negócios1 de setembro de 2026 às 08:40

John Ternus é o novo CEO da Apple, preparando-se desde abril para assumir o controlo de uma das maiores empresas do mundo, avaliada em cerca de 4 biliões de dólares. Ternus, que já ocupava posições de liderança na empresa, sucede a Tim Cook e herda uma companhia com uma capitalização bolsista massiva e uma base de utilizadores global.

Conhecido como o "engenheiro do hardware", Ternus traz consigo uma vasta experiência na conceção e desenvolvimento de produtos físicos da Apple, tendo liderado diversas equipas responsáveis pelo design de dispositivos. A sua nomeação representa uma mudança na liderança da empresa de Cupertino, mantendo a tradição de promover líderes internos com conhecimento profundo dos produtos.

O maior desafio que Ternus enfrenta é a necessidade de acelerar os investimentos em inteligência artificial. A Apple tem sido criticada por alguns analistas por estar atrasada em relação à concorrência no setor da IA, com rivais como a Microsoft e Google a investirem fortemente em tecnologias de inteligência artificial.

Apesar dos desafios, Ternus conta com ganhos garantidos, o que proporciona alguma estabilidade financeira durante a transição. A expectativa é que o novo CEO consiga equilibrar a sua experiência em hardware com a necessidade de inovar em IA, garantindo que a Apple se mantém competitiva num mercado cada vez mais dominado por tecnologias de inteligência artificial.

Notícias relacionadas

Negócios

Programa do Fórum Público 2026 Agora Disponível

O Fórum Público de 2026 da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o tema "Potencializando o Futuro", realizará 113 sessões sobre comércio de serviços de 15 a 17 de setembro. O evento é organizado por governos membros, empresas, ONGs, instituições acadêmicas e organizações internacionais, com transmissões ao vivo para ampliar a participação global. As inscrições estão abertas e espera-se grande audiência interessada em comércio e relações internacionais.

Notícias Portugal01/09/26, 09:57
Negócios

Japão: juros a 10 anos sobem a 3%, máximo desde 1996 com subidas a marcar G20

A taxa de juros da dívida pública japonesa a 10 anos atingiu 3% pela primeira vez desde 1996, refletindo uma venda global de ativos de renda fixa, enquanto o Secretário do Tesouro dos EUA instou Tóquio numa reunião do G20 a acelerar as altas das taxas de juros, sinalizando pressão internacional sobre a política monetária japonesa.

Euronews Portugal01/09/26, 09:55
Negócios

Casa Financeira aposta num ecossistema único para crédito, seguros e imobiliário

A Casa Financeira lançou-se esta terça-feira no mercado português com uma proposta integrada que reúne crédito habitação, crédito ao consumo, seguros e mediação imobiliária num único ecossistema. A nova marca, nascida da Proposta Eloquente (sociedade fundada em 2017 e registada no Banco de Portugal), conta com mais de 300 milhões de euros em crédito intermediado e onze instituições financeiras parceiras. O modelo assenta numa rede de especialistas locais apoiados por uma plataforma tecnológica proprietária e AI Native, com formação contínua através da Academia Casa Financeira, permitindo aos clientes acompanhamento presencial ou remoto. A inteligência artificial está integrada desde a origem no CRM da empresa, automatizando processos e libertando os especialistas para focarem na relação com o cliente. O chairman Ricardo Costa afirma que o objetivo é construir uma relação continuada de proximidade e confiança com os clientes.

Jornal Económico01/09/26, 09:53
Negócios

Reservas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo desde 1982

As reservas estratégicas de petróleo dos Estados Unidos atingiram o nível mais baixo desde 1982 em 31 de agosto, com 289,7 milhões de barris, podendo cair para 243 milhões se o Presidente Donald Trump liberar mais 39 milhões de barris. A Casa Branca revelou detalhes de um acordo com a Venezuela, descrito como o "maior acordo petrolífero" da história mundial, que concede aos EUA controle majoritário sobre 65 bilhões de barris de reservas comprovadas venezuelanas. O acordo, assinado pelo Secretário de Estado Marco Rubio e pelo Secretário de Defesa Pete Hegseth, através da empresa North American Blue Energy Partners, garante aos EUA uma participação de 35% na empresa controladora, direitos de compra de 20% da produção ao custo de produção para reabastecer a reserva estratégica esgotada por Joe Biden, e poder de veto sobre indicações para o conselho de administração.

Jornal Económico01/09/26, 09:49