Entre o início dos anos 2000 e o final dos anos 2010, o cinema de super-heróis viveu uma era de ouro com filmes como "X-Men: o filme" (2000), "Homem-Aranha" (2002), "Batman Begins" (2005), "Pantera Negra" (2018), "Coringa" (2019) e "Vingadores: ultimato" (2019), arrecadando bilhões de dólares em bilheterias mundiais. Desde então, o cenário mudou significativamente e o gênero apresentou vários filmes com desempenho aquém do esperado nas bilheterias.
O último exemplo mencionado foi "Supergirl" (2026), que faturou apenas US$ 126 milhões diante de um orçamento estimado de US$ 170 milhões, demonstrando as dificuldades atuais do gênero. Desde 2019, apenas duas adaptações dos quadrinhos conseguiram liderar as bilheterias mundiais em seus respectivos anos: "Homem-Aranha: sem volta para casa" (2021) e "Homem-Aranha: um novo dia" (2026).
O artigo aborda o fenômeno do Homem-Aranha nas telas, destacando sua caracterização como um super-herói mais humano, as cenas de ação marcantes e a presença do casal Tom Holland e Zendaya como elementos de grande apelo junto ao público, o que contribui para explicar o sucesso contínuo da franquia mesmo em um momento de queda geral do gênero.




