Há momentos em que a política deve se elevar acima das siglas partidárias. O que está acontecendo em Ceuta é um desses momentos. O autor argumenta que esta não é uma questão que afeta apenas uma cidade autônoma, nem um episódio que possa ser analisado através da lógica habitual de governo e oposição.
O artigo enfatiza que estamos diante de questões fundamentais para o país: as fronteiras, a segurança, a convivência, a dignidade humana e, em última análise, a própria Espanha. Trata-se, portanto, de um assunto de Estado que transcende as divisões políticas tradicionais.




