A campanha eleitoral amplificou o discurso pela proibição das apostas de quota fixa (AQFs) no Brasil. O tema das bets se tornou central no debate público durante o período eleitoral.
Num país hiperpolarizado, políticos de todas as vertentes passaram a repetir em uníssono o discurso antibet. A questão transcendou as divisões partidárias tradicionais.
Os políticos não se importam com o que está escrito na regulação em vigor desde 2025, ignorando o marco regulatório já estabelecido para o setor de apostas no país.




