A decisão do INSS de dispensar o uso de biometria facial para a contratação de empréstimos consignados por aposentados e pensionistas foi considerada temerária. A exigência havia sido implementada em maio, como resposta às fraudes que lesaram milhões de idosos por meio de descontos não autorizados em seus benefícios.
Uma instrução normativa recente relaxou a norma anteriormente estabelecida, passando a permitir que a operação de consignado seja realizada pelo aplicativo Meu INSS apenas com dados da conta bancária e autorização do titular, sem a necessidade de verificação biométrica.
O artigo classifica a mudança como um retrocesso, argumentando que a escalada de crimes digitais recomenda a implementação de mais camadas de proteção, e não a redução delas, como ocorreu com essa alteração na regulamentação.
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