As linhas de água e a vegetação ribeirinha em plantios florestais foram durante muito tempo tratadas como "faixas perdidas": demasiado úmidas para a produção e demasiado estreitas para serem prioridade, acabando frequentemente dominadas por espécies exóticas invasoras. Este artigo defende que esta perspectiva mudou e que transformar estas faixas em corredores de conservação constitui "tecnologia de ponta" para a gestão florestal do século XXI. A autora, Bruna Oliveira, pesquisadora no CESAM da Universidade de Aveiro, explica que um corredor de conservação bem desenhado aumenta a diversidade de espécies, cria gradientes de umidade e sombra que reduzem o estresse em períodos de seca, e oferece refúgio, alimento e rotas
De "faixa perdida" a infraestrutura ecológica
NotíciasdeAveiro.pt1 de setembro de 2026 às 00:07
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