TAP esclarece: portugueses podem continuar a viajar com o Bilhete de Identidade nestas ocasiões apesar das novas regrasFoto de Marta Branco no Pexels
NegóciosFaro

TAP esclarece: portugueses podem continuar a viajar com o Bilhete de Identidade nestas ocasiões apesar das novas regras

Postal do Algarve31 de agosto de 2026 às 19:20

O antigo Bilhete de Identidade português deixou de ser aceite como documento de viagem no espaço da UE e do espaço Schengen desde 3 de agosto de 2026. Esta alteração aplica-se mesmo aos documentos com validade vitalícia, o que significa que os portugueses que ainda possuam o velho BI terão de recorrer ao Cartão de Cidadão ou ao passaporte válido para viajar para estes destinos.

A mudança resulta de novas regras europeias e internacionais que exigem mecanismos de segurança mais sofisticados nos documentos de viagem, nomeadamente sistemas que permitam a leitura ótica e eletrónica dos dados dos titulares. O antigo BI não dispõe destas características, o que levou à sua exclusão como documento válido para atravessar fronteiras no espaço europeu.

Contudo, a TAP esclareceu que dentro do território nacional o Bilhete de Identidade continua a poder ser utilizado como documento de identificação. A alteração está limitada à função de documento de viagem para deslocações transfronteiriças, não significando a invalidação do documento para todos os efeitos em Portugal.

Para viagens dentro da UE ou do espaço Schengen, o Cartão de Cidadão passa a ser a opção habitual para substituir o antigo BI. Para destinos fora destas áreas, os requisitos variam de acordo com cada país. A TAP recomenda que os passageiros confirmem antecipadamente se dispõem de um documento aceite no destino antes de iniciarem a viagem.

Notícias relacionadas

Novo Banco reestrutura dívida de milhões à Alrio
Negócios

Novo Banco reestrutura dívida de milhões para a Alrio

O Novo Banco chegou a um acordo com a empresa imobiliária Alrio para reestruturar uma dívida de cerca de 35 milhões de euros, sem que haja perdão de capital ou juros. O entendimento foi alcançado entre as duas partes, permitindo à Alrio renegociar os termos do pagamento da dívida junto à instituição bancária.

SIC Notícias31/08/26, 20:06
Negócios

Carlos Correia de Barros é o novo CEO da cimenteira Secil

Carlos Correia de Barros foi nomeado novo CEO da Secil, empresa portuguesa de cimento que foi adquirida pela espanhola Cementos Molins junto à Semapa em março por 1,4 milhões de euros. Com mais de uma década na empresa e administrador desde 2020, Barros exerceu nos últimos cinco anos as funções de administrador financeiro, e considerou esse momento como uma oportunidade de combinar a força de quase um século de história da Secil com a ambição de uma organização internacional.

Eco31/08/26, 19:56
Negócios

Clan abre processo seletivo para cozinhas escolares em 10 regiões do país

A Clan anunciou um processo seletivo de grande dimensão para o setor de alimentação coletiva, com o objetivo de preencher vagas nas cozinhas escolares para o próximo ano letivo. As oportunidades estão distribuídas em 10 regiões do país, incluindo Lisboa, Porto, Braga, Santarém, Setúbal, Beja, Faro, Leiria, Évora e a Ilha da Madeira. A empresa busca cozinheiros e funcionários de refeitório, valorizando candidatos com experiência na área de alimentação, senso de responsabilidade e capacidade de trabalho em equipe. Com mais de 30 anos de experiência no mercado, a Clan reforça assim sua posição de liderança no setor, garantindo o funcionamento dos serviços de alimentação escolar em todo o território nacional.

Jornal Económico31/08/26, 19:56
Negócios

STPT exige distribuição de mais-valias da Altice em salários e bloqueia demissões antecipadas

O Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Altice em Portugal (STPT) defendeu que a empresa deve distribuir os ganhos de produtividade com os trabalhadores por meio de aumentos salariais, prêmios de desempenho e compensações, exigindo o fim das demissões antecipadas de trabalhadores experientes. O sindicato considera que os salários na Altice Portugal continuam abaixo da média europeia e propõe uma estratégia de valorização profissional com formação contínua em áreas como inteligência artificial e cibersegurança, carreiras baseadas no mérito e horários flexíveis. A estrutura sindical sublinha que as negociações devem ter como base indicadores econômicos concretos, como a inflação e o desempenho financeiro, mas adverte que não é sustentável exigir aumentos dissociados da realidade da empresa.

Jornal Económico31/08/26, 19:50