O líder do partido Chega, André Ventura, acusou o Governo de viver numa "realidade paralela" após a polêmica envolvendo os exames nacionais. A crítica surge num momento de tensão entre o executivo e a oposição relativamente à organização das provas de avaliação.
Ventura destacou três momentos específicos neste processo que, segundo ele, "não mereceram uma palavra do primeiro-ministro". Estes incluem o adiamento da definição das pautas de classificação, o adiamento da segunda fase das provas e a prorrogação dos prazos de correção.
O presidente do Chega manifestou o seu desagrado pela forma como o executivo terá lidado com a situação, sugerindo que o primeiro-ministro deveria ter intervindo diretamente nessas questões. A acusação de "realidade paralela" indica que Ventura considera que o Governo não reconhece a gravidade dos problemas que afetaram os estudantes.
Esta posição se insere num contexto mais amplo de debate político sobre a gestão do calendário escolar e a comunicação do executivo durante a crise. O partido de Ventura tem vindo a criticar a atuação do Governo em diversas áreas, utilizando essas polêmicas para reforçar a sua oposição ao executivo.




