A ANAC suspendeu a licença da Lusofly Academy, escola de aviação localizada em Bragança, que funcionou durante quase quatro anos sem formar um único piloto. A escola cobrava 70 mil euros de cada aluno, mas não possuía aviões próprios nem pilotos instrutores qualificados.
O regulador aéreo deu um ultimato de seis meses à escola para corrigir as irregularidades, ameaçando cancelar definitivamente a autorização de funcionamento. Durante esse período, a instituição acumulou dívidas significativas e não conseguiu cumprir os requisitos mínimos para formar pilotos.
A Lusofly Academy representou um prejuízo financeiro considerável para os estudantes que pagaram propinas elevadas, ficando sem a formação prometida. O caso evidenciou falhas graves na fiscalização de escolas de aviação e na proteção de quem investe em formações especializadas no setor.



