Os pagamentos em atraso das entidades públicas em Portugal subiram para 706,1 milhões de euros até julho. Este valor representa o total acumulado de pagamentos pendentes além do prazo estabelecido.
A síntese de julho não conseguiu calcular a variação homóloga, ou seja, a comparação com o mesmo período do ano anterior. Isto deveu-se ao facto de a definição de pagamentos em atraso ter sido alterada em junho.
Esta alteração na definição provocou uma quebra de série estatística, o que significa que os dados não são diretamente comparáveis com os períodos anteriores. Por este motivo, não é possível avaliar a evolução real dos pagamentos em atraso face ao ano passado.




