O analista José Felipe Pinto comentou sobre a situação no Estreito de Ormuz, referindo-se à dinâmica como uma "guerra de narrativas sobre quem efetivamente controla" a região. Segundo o analista, nessa disputa, escaramuças são inevitáveis.
Pinto analisou a abordagem de Donald Trump em relação ao Irã, destacando que a opção de mirar Larak em vez da estratégica ilha de Kharg foi uma decisão estratégica significativa. Essa escolha permitiu conter a resposta iraniana e evitar um conflito direto entre os Estados Unidos e o Irã.
O artigo sugere que a tensão na região do Estreito de Ormuz continua presente, com ambas as partes envolvidas em uma disputa pelo controle e influência na área.




