A transparência sobre a resiliência dos sistemas eleitorais é apresentada como essencial para manter a confiança democrática em Portugal. O artigo argumenta que esta transparência não deve ser vista como uma cedência à ansiedade do momento, mas sim como uma medida preventiva fundamental. A questão central levantada é sobre que perguntas Portugal ainda não fez a si próprio relativamente à interferência eleitoral e à resiliência digital. O texto defende que investir na transparência dos sistemas eleitorais é a forma mais económica e eficaz de proteger a democracia antes que ameaças reais ponham à prova essa confiança. O artigo surge num contexto de crescente preocupação com possíveis interferências nos processos eleitorais e com a necessidade de fortalecer as defesas digitais das democracias.
Política
Выборы
Interferência eleitoral, resiliência digital e defesa da Democracia: a pergunta que Portugal ainda não fez a si próprio
SAPO Notícias31 de agosto de 2026 às 13:20



